Nesta quarta-feira, dia 2 de julho, o projeto Muditinerante fará parte da programação da semana cultural promovida pelo Colégio Estadual Arthur Azevedo de São João do Ivaí, a pouco mais de 80 quilômetros de Maringá. Ainda haverá uma visita ao acervo montado pelo Museu Dinâmico Interdisciplinar da Universidade Estadual de Maringá (Mudi/UEM), na escola. A atividade ocorre no dia 3, durante a culminância organizada pelo colégio, quando as pesquisas desenvolvidas no semestre são apresentadas a toda a comunidade escolar.
Professores e monitores levarão à escola diversos experimentos de Física, Matemática, através do projeto Matemativa, e Química do cotidiano. Também haverá ações sobre Educação Ambiental e conservação da fauna, Conhecendo o corpo humano em peças reais, além do projeto de Logística Reversa.

Para completar, alunos que participam da Rede de Clubes de Ciências estarão expondo seus trabalhos, completando assim o universo da ciência que chega à São João do Ivaí. Haverá também uma campanha para coleta de Blisters, cápsulas de café e tampinhas de garrafa.
A coordenadora do Muditinerante, professora da UEM Ana Paula Vidotti, destaca a importância das ações do projeto e seu alcance para a divulgação científica. “São importantíssimas na promoção da educação e do conhecimento, uma vez que funcionam como uma ferramenta educativa”. O projeto tem o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
20 anos de itinerância
Agora em 2025, o Muditinerante completa 20 anos de atuação, levando o universo da ciência não só para cidades do Paraná, mas também para eventos nacionais. No roteiro estão exposições agropecuárias como Expoingá, em Maringá, Expo Umuarama, feiras de ciência como a FIciências, que acontecem em Foz do Iguaçu, além de escolas, parques, teatros, e onde for convidado.

Em julho, o Muditinerante participa do evento anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece em Recife de 12 a 19 de julho, e do Festival Cianorte 72 anos, de 18 a 28 de julho.
Para Vidotti, “o mais valioso, especialmente para escolas e estudantes que raramente têm contato com museus, é estimular o interesse pelos diversos temas relacionados às Ciências, História, Arte e patrimônio, por exemplo, democratizando o acesso ao conhecimento científico e cultural”.
Texto redigido pela jornalista Silvia Calciolari

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