A partir de agora, todas as pessoas interessadas nas práticas integrativas e complementares coletivas que são oferecidas no Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) poderão usufruir de seus benefícios.
O coordenador do Projeto Práticas Integrativas e coordenador do Mudi, professor Celso Ivam Conegero, enfatiza a importância destas atividades para a saúde física e mental: “Nosso objetivo sempre foi abrir para a comunidade as práticas que estamos realizando no museu. Agora, estamos começando a viabilizar esse trabalho graças ao apoio de terapeutas voluntários”.
Serão abertas vagas para a comunidade em geral para a Terapia Comunitária Integrativa, a Dança Circular e Constelação Familiar, com inscrições online neste formulário. Haverá ainda, a partir de agosto, as capacitações em Meditação Transcendental, Aromaterapia, Hipnoterapia e, em breve, o curso de capacitação para terapeutas comunitários.
De acordo com a coordenadora adjunta do Projeto de Práticas Integrativas desenvolvido pelo MUDI, Keli Moreira, a iniciativa prevê ampliar o alcance das terapias coletivas para novos públicos. “A ideia é atender especialmente aquelas pessoas que buscam a cura de dentro para fora. Porém, as vagas são limitadas e o atendimento em determinado dia da semana será feito por ordem de inscrição”, alerta Keli, que é terapeuta comunitária integrativa.
Para o curso de Aromaterapia (17/07), as vagas também são limitadas e as inscrições são online, através do preenchimento deste formulário.
Práticas coletivas
A Terapia Comunitária Integrativa (TCI) é um espaço público de promoção de saúde e partilha das nossas inquietações e conquistas, onde sabemos que não seremos julgados. A regra de ouro para a prática é que aconteça num clima de respeito e confiança, onde precisamos seguir algumas regras como o silêncio para respeitar a fala do outro e para uma escuta dupla.
Já a Dança Circular prescinde de uma sinergia para uma experiência coletiva e enriquecedora que promove integração e acolhimento de forma leve, descontraída e alegre.
Além destas práticas, o projeto também estará ofertando gratuitamente, a partir de agosto, cursos de capacitação nas seguintes áreas:

Meditação Transcendental — técnica complementar, simples e natural, que poderá ser implementada visando melhorar a qualidade de vida dos praticantes, considerando que ela pode ser associada ao tratamento da depressão, ansiedade, diabetes, hipertensão, tabagismo, além de contribuir para a melhora no rendimento escolar, pode refletir na melhoria das relações sociais dos indivíduos;
Hipnoterapia — ferramenta eficaz no tratamento de diversas condições emocionais e psicológicas, incluindo ansiedade, depressão e prevenção ao suicídio. Através de técnicas de relaxamento profundo e sugestões positivas, a hipnose pode ajudar a reprogramar padrões de pensamento negativos e promover o bem-estar mental;
Aromaterapia — prática terapêutica que utiliza óleos essenciais extraídos de plantas para promover o bem-estar físico, emocional e psicológico. Esta abordagem tem raízes na medicina tradicional, mas tornou-se popular no contexto da medicina alternativa e complementar.

Leveza no caminhar
A consteladora familiar e terapeuta psicossomática Karen Bonk ressalta que a Constelação não é mágica. É um caminho de autoconhecimento, cura e reconexão com o essencial. “Estamos fazendo um convite para olhar com amor para sua história e transformar padrões que se repetem. Será uma oportunidade para você se reconectar com suas raízes e encontrar mais leveza para seguir seu caminho”, reforça.
Em seus atendimentos, a terapeuta também utiliza dinâmicas psicossomáticas, que ajudam o cliente a escutar o que o corpo sente porque o corpo fala o que a alma ainda não consegue dizer. “Se você sente que está preso(a) em ciclos que se repetem, que o dinheiro escapa por entre os dedos ou que os relacionamentos sempre te levam ao mesmo lugar, talvez seja hora de olhar com mais verdade para a sua história familiar”.

A Constelação Familiar será ofertada sempre às quartas-feiras, às 9h da manhã, na sede do Mudi. Para agendamentos e informações, fazer contato no (11) 96395-6466.
Texto redigido pela jornalista Silvia Calciolari

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