A partir de fevereiro, servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) poderão se beneficiar com o atendimento por meio de práticas integrativas, que são abordagens terapêuticas que buscam prevenir e recuperar a saúde. As práticas utilizam técnicas e métodos naturais para melhorar o bem-estar físico e emocional.
Em reunião, esta semana, com o reitor da UEM, Leandro Vanalli, e a vice-reitora, Gisele Mendes, o grupo apresentou a proposta de criação de um ambulatório que irá oferecer atendimento de diversas modalidades de terapias. Vários terapeutas voluntários estão se agregando ao projeto.
A iniciativa é do coordenador do Projeto de Extensão de Terapias Alternativas, vinculado ao Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI/UEM), professor Celso Ivam Conegero, e uma equipe de especialistas em práticas integrativas como Meditação Transcendental, Reiki, Aromaterapia, Auriculoterapia, entre outras.
“O projeto de terapias alternativas está sendo desenvolvido pelo MUDI e prevê ferramentas para o desenvolvimento do bem-estar individual e coletivo, através de práticas que vêm ganhando espaço a cada dia na sociedade”, explica Conegero.
A proposta visa atender, em princípio, os servidores da universidade, levando um alívio às pessoas que têm algum tipo de sofrimento que a medicina tradicional muitas vezes não dá a resposta que as pessoas precisam.
Terapias Alternativas

O professor lembra que o projeto começou há anos com a Meditação Transcendental e, no ano passado, foi incorporado o Reiki, a Auriculoterapia e o Yoga. “A partir deste ano, teremos Aromaterapia e há a possibilidade do Biomagnetismo e até a Homeopatia. Estamos dialogando com os terapeutas e profissionais, todos voluntários”, completou.
Especialista em práticas integrativas, Keli Moreira é uma das pessoas que ajudam ao grupo na implantação do ambulatório na UEM. A terapeuta e nutricionista foi cedida pela 15ª Regional de Saúde. Junto com ela também estão Silvana da Silva, do Reiki, Josane Rosenilda da Costa, da Auriculoterapia, entre outros terapeutas voluntários.
“Conseguimos reunir um grupo de pessoas com vasta experiência e muito comprometido com o bem-estar da população. Vamos realizar um sonho que há muito buscamos concretizar, agora com o apoio da reitoria”, enfatizou Conegero.
Para finalizar, o coordenador disse acreditar que, em breve, passarão a colaborar com o projeto outros terapeutas, professores e pesquisadores para o desenvolvimento de pesquisa, no sentido de demonstrar a eficácia e os resultados que serão alcançados na Universidade.
por Silvia Calciolari
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